
Corte

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Coro

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Arte final
Notas preservadas da edição atualmente exibida.
Apesar de cantar profissionalmente desde 1954, quando cantava na Rádio Jornal do Comércio do Recife, o nome de Anastácia teve projeção nacional apenas em 1975, quando sua música "Eu Só Quero Um Xodó", em parceira com Dominguinhos, estourou em todo o Brasil na voz de Gilberto Gil.
Para Anastácia, esse reconhecimento por parte do público foi uma vitória mais do que merecida, porque ela sempre enfrentou mil dificuldades para mostrar seu trabalho.
No começo de sua carreira, quando atuava como cantora e humorista em programas de rádio, Anastácia conseguiu fazer sucesso, mas em 1960, quando foi inaugurado o primeiro canal de televisão em Pernambuco, ela foi convidada para participar dos primeiros programas, mas logo foi esquecida, e como o rádio perdia a audiência, resolveu mudar-se para São Paulo.
Aqui, com muita dificuldade conseguiu se apresentar em diversos locais, mas para poder sobreviver passou a trabalhar como aeroviária.
Em 1961, conheceu Venâncio, da dupla Venâncio e Corumba, que a apresentou ao diretor artístico da Chantecler. Foi contratada e gravou seu primeiro disco. Nos anos seguintes, Anastácia gravou mais 4 Lp's na Continental, com excelente aceitação no nordeste.
Depois disso, Anastácia mudou de gravadora, gravou mais alguns discos, teve um programa de rádio em São Paulo, mas não acreditava muito no sucesso de suas músicas aqui no sul.
Mas, por volta de 1974, quando diversos cantores e compositores nordestinos começaram a fazer sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo, Anastácia animou-se. Ela, que nunca deixou de compor, e durante todo esse tempo teve uma média de 30 a 40 músicas gravadas por ano por diversos intérpretes, começou a participar de shows e cantar em forrós.
Quando Gilberto Gil gravou "Eu Só Quero Um Xodó", Anastácia já era conhecida, mas a partir dessa música o interesse do público por aquela compositora foi intensificado.
Agora, voltando para a sua primeira gravadora, a Chantecler, Anastácia está lançando mais um Lp, onde fala do amor, da saudade, e, principalmente do nordeste.
"A Fulô do Forró" foi o título escolhido para este disco, e não poderia ser melhor, pois, sem dúvida, Anastácia é uma das flores mais bonitas que floresceu no nordeste que alegra o país inteiro.
A fulô do forró é um álbum de carreira de Anastácia lançado no ano de 1981 pela gravadora Chantecler. Esta edição está catalogada no Discofonia com número de catálogo 2.11.405.394, mídia Vinil, tamanho 12", rotação 33 1/2 RPM, origem Brasil, classificada como edição principal. A página também reúne registros visuais da peça física, incluindo capa, contracapa, selo do lado a e selo do lado b. Esses elementos ajudam na identificação da edição e na comparação com outras edições relacionadas. Com 12 faixas catalogadas, esta página permite navegar pelo repertório do disco e acompanhar suas conexões com músicas, compositores, intérpretes e outras gravações no acervo.
Perguntas frequentes
O artista principal catalogado para este disco é Anastácia.
No Discofonia, esta edição está catalogada com o ano de 1981.
Esta edição está catalogada pela Chantecler.
O número de catálogo desta edição é 2.11.405.394.
Esta edição está catalogada como Vinil de 12" com rotação 33 1/2 RPM.
No Discofonia, esta edição está catalogada com origem Brasil.
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